Publicado por: Eduardo | 8 Dezembro, 2008

TV Digital tão lerda quanto a resposta?

 

E a resposta é ..................

E a resposta é ..................

 

É gente, me parece que a TV digital ainda vai engatinhar muito para se tornar realidade para o povão. Digo isso pela lerdeza que os canais me atenderam. Bom, minha história começa quando recebi a pauta para fazer uma matéria sobre o que os canais pagos pretendiam fazer quanto à chegada da TV Digital aqui no Brasil. Ótimo, pensei, vai ser fácil, é só enviar um e-mail para os canais com algumas perguntas que eles me retornariam. Sony, Fox, FX, Warner, Universal, SporTV, Multishow, GNT e Telecine canais fechados foram contactados no dia 28 de outubro de  através dos próprios sites com a seguinte mensagem (exemplo mandado para o Multishow):

Olá,
 
Sou estudante de Jornalismo e resido em Fortaleza-CE.
Estou fazendo uma matéria para a faculdade sobre TV Digital e tenho algumas perguntas a fazer à esse canal. Se vocês puderem me ajudar, ficarei muito grato. Farei algumas perguntas e espero que vocês respondam o mais rápido possível para o meu e-mail (eduardovascov@gmail.com).
 
1. O que o Multishow está preparando para a chegada da TV Digital aqui no Brasil?
2. Ele seguirá o mesmo modelo nos outros países da América Latina em que atual?
3. O modelo americano de programação será uma base para o canal?
4. Que tipo de soluções será dada aos assinantes do canal para que ele se sinta atraído a assistir ao Multishow?
5. Como ficará o assinante do Multishow quanto à interatividade que a TV Digital disponibilizará?
 
Muito obrigado desde já.
Atenciosamente, Eduardo Vasconcelos

Aqui a resposta que recebi do Canal Fox:

Boa Tarde Eduardo,

 

Muito obrigado pelo seu e-mail.

Por favor você poderia nos passar seu telefone para contato e nos dizer qual seria o melhor horário para entrarmos em contato?

Obrigado.

E, assim como eles pediram, eu respondi com os meus números para contato no dia 6 de novembro de 2008. Um mês e dois dias depois, no último dia que tenho para escrever este texto, estou aqui aguardando anciosamente que o telefone ao meu lado toque. Mas não desisto, persisto até que eles me mandem uma resposta clara e direta como a que o Universal Channel me enviou:

Olá Eduardo,
 
Infelizmente, esses dados são estratégicos do canal e não podem ser divulgados.
 
Abraços,
Universal Channel

Pronto. Esteje dito! E parece que é assim com os outros canais, as informações que eles têm são muito confidenciais. Se duvidar têm até uma equipe de segurança guardando o cofre onde estão as mais brilhantes idéias sobre como o canal conduzirá sua programação com a chegada da qualidade e interatividade da TV Digital. “Claro”, pensam eles, “ainda vai demorar muito para que comecem a exigir alguma coisa de nós, enquanto isso vamos transformando nossos canais de séries em canais de filmes que o público já viu milhares de vezes. É batata! Eles caem direitinho e nós ganhamos tempo”.
»Não duvidarás da capacidade intelectual do seu públic, esse deveria ser o primeiro mandamento dos canais de TV em geral, ainda mais dos canais pagos que possuem um público de classe A e B. Mas enquanto eles não aprendem como proceder, nós ainda pensamos o que fazer com o que ainda bão nos é acessível.

Publicado por: Eduardo | 6 Novembro, 2008

Second Life sócio-econômico

Para conseguir um desses tem que ralar!

Para conseguir um desses tem que ralar!

Neste ambiente tridimensional que simula o mundo real (ou primeira vida) podem ser encontradas as mesmas peças do jogo que vivemos fora do computador. A sensação de estranhamento é grande para alguns, já para outros nem tanto. O mundo que estou falando é o midiático Second Life, esta segunda vida paralela à realidade (ou não). Samara Passos, aluna de Jornalismo da Unifor, assumidamente não gosta de entrar no jogo, pois acha que não tem muito a ver com jornalismo. Talvez ela não tenha descoberto a importância dessa nova mídia.

Outras pessoas vivem o Second Life (SL), como Pietra Mathy (nome fictício de avatar), que conhece o programa desde quando quase não existiam brasileiros online. “Demorei três meses até que pudesse encontrar algum brasileiro no início”, diz Pietra num bate papo avatar a avatar dentro do jogo. A estudante na vida real conta que conheceu através de um amigo que morava em Amsterdã conversando pelo Messenger. “Logo quando ele me falou, instalei o jogo e aprendi a usar depois de uma semana”, diz. Pietra entra todos os dias, mas não se considera viciada pois não entra aos fins de semana.

Ao contrário de Pietra, anjomal Bexton está há apenas 3 meses no Second Life e já acha o jogo incrível, segundo suas palavras em uma conversa comigo na praia carioca de Copacabana ao lado de uma quadra de vôlei de praia, claro, tudo virtual. Os amigos lhe falaram sobre o jogo e anjomal, decidiu entrar e já conquistou alguns Linden Dollar (dinheiro virtual do SL que pode ser convertido em dólares americano) só ao ficar sentado em um espaço dedicado para … ficar sentado!

Além de ser uma rede social, o Second Life está se tornando, se já não é. um importante mercado publicitário. Quase tudo é consumível dentro do jogo. Exemplos de produtos reais anunciados nos classificados: um terreno mediano L$ 5.000,00 (~ R$ 38,50), uma textura de pele realista por L$ 3.500 (~ R$ 27), uma outra textura de pele por L$ 700 (~ R$ 5,40), uma lambreta por L$ 300 (~ R$ 2,31) e assim por diante. Os preços variam muito de vendedor para vendedor, pois cada um é livre para dar o preço que quiser às suas criações ou produtos anunciados. É possível também encontrar muita coisa de graça (conhecida como freebies), porém muitas vezes são de qualidade inferior.

O Second Life tem tudo para continuar inovando, buscando novas formas de sociabilizar, de vender produtos e de se tornar um gigante dos jogos online.

Publicado por: Eduardo | 6 Novembro, 2008

E o mercado?

3.

junkyard2

Teletransporte-se para Junk Yard e viva o Blues!

 

Será que o marketing das marcas do mundo real vai achar uma segunda vida no Second Life? Talvez. Nestea, uma marca da Coca-Cola, anunciou hoje que está patrocinando um local do Second Life: o “Junkyard Blues”. Uma visita ao Junkyard Blues e é possível ver um banner no palco principal. Mas não tente clicar no banner, ele ainda é não-interativo. O anúncio, embora modesto, representa uma afirmação do Second Life como um destino contínuo para as empresas do mundo real fazerem marketing de seus produtos. Nem a escolha da Coca-Cola por um local de blues no Second Life parece mera coincidência. Mês passado, o artista de blues Von Johin assinou um contrato de gravação em que acreditam ser o primeiro músico virtual a quebrar a barreira e ir para o mundo real.

A Coca-Cola foi uma das empresas a investirem forte em marketing no Second Life. Entretanto, nos últimos meses a empresa tem recuado no seu profile do Second Life e retirou do ar o site virtualthirst.com

 

4.

Aparelho Tivo para recepção da TV Digital usado no Canadá

Aparelho Tivo para recepção da TV Digital usado no Canadá

 

A crise financeira que está afetando as bolsas de valores de todo o mundo não deve afetar a introdução da TV digital no Brasil no curto prazo. É o que pensam os executivos das indústrias de equipamentos. Segundo o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Gradiente, Moris Arditti, os eletro-eletrônicos encomendados pelos varejistas para o final de ano já estão prontos ou em produção. Segundo ele, não há a possibilidade de aumento de custos neste momento. “Talvez algum varejista queira indexar pelo dólar, mas a concorrência deve inibir isso”, afirmou. Moris dis que deve haver um esforço para divulgar a TV digital nos próximos meses. “O Fórum SBTVD está preparando uma concorrência com agências de publicidade para uma campanha”, disse. A expectativa de Arditti é que a base instalada de televisores digitais até o final do ano seja de 150 mil receptores fixos e 150 mil receptores móveis. Cada receptor fixo impacta em quatro telespectadores, enquanto os receptores móveis são de uso individual. Portanto, até o final do ano, serão 650 mil telespectadores da TV digital aberta. 

Caso a crise se prolongue, não está descartada uma desaceleração na digitalização das transmissões. Para Roberto Franco, presidente do Fórum SBTVD, as emissoras podem adiar a compra de equipamentos, embora, tradicionalmente, a TV seja a mídia menos impactada em momentos de retração no mercado publicitário..

Publicado por: Eduardo | 28 Outubro, 2008

Últimas do Twitter

1.

O Twitter é um popular site de relacionamentos que tem o conceito de ser um mini-blog. Isso porque seus posts devem ter somente até 140 caracteres. Já sucesso na internet, o Twitter pode ser escrito pelo celular. Já pensou em escrever seu blog onde quer que você esteja? Com as novas perspectivas que a gigante Google trará com o sistema operacional Androide para celulares, o Twitter já se adianta na corrida para criar aplicativos que sejam compatíveis com a plataforma Android, que estará disponível apenas no celular T-Mobile G. A criação do Twiroid trará o Twitter direto para o celular com mais facilidades. A grande diferença desse aplicativo dos que já existem (TreoTwit, TwitterBerry, iTweet entre outros) é que ele permitirá fazer buscas através do Search o que não é padrão na versão mobile do Twitter.

 

2.

Quem tem Twitter sabe que às vezes seu número de seguidores às vezes sobe, às vezes desce. Se suas “twittadas” não deixam nada a desejar, então por que isso acontece? Quer saber quem está deixando de te seguir? A novidade é o Qwitter: ele “dedura” quem parou de te seguir, e ainda sinaliza qual foi a última atualização que você fez antes de ser eliminado da lista do sujeito. Assim dá para você ter idéia do que você falou que incomodou tanto…

Publicado por: Eduardo | 14 Outubro, 2008

Web livre, o que fazer?

A definição de Web 2.0 no site Wikipédia já é uma definição auto exemplificada. Você que está lendo este blog, tem o pleno poder de também escrevê-lo, por exemplo, se, claro, eu disponibilizasse a minha senha. O que acontece mais especificamente quanto à liberdade de interação na Web 2.0 é que você tem livre acesso à modificação da página em questão, contanto que a mudança seja para melhor. Como eu disse a definição de Web 2.0 em sites que permitem esse acesso (wiki) são autoconceituais. Nesses sites o internauta é quem faz e/ou complementa as definições. Como quase tudo, isso tem seu lado questionável: a confiabilidade. Como poderiamos confiar em textos e conceitos produzidos por pessoas as quais nem sabemos quem são. Diferentemente da cientificidade mostrada em artigos, o Jornalismo Colaborativo tira um pouco da credibilidade.

Pode ser um pouco arcaico o pensamento de que artigos científicos publicados em revistas ou apresentados em seminários, grupos, bancadas. Mas essa idéia de que quem escreveu o artigo tem uma base bibliográfica vasta e, principalmente com essa base, conseguiu fazer uma pesquisa é bem mais bem vista pela comunidade científica. É compreensível que não há certeza de que quem escreve na Wikipédia, por exemplo, esteja ciente do que está escrevendo e que houve uma pesquisa posterior. A Web 2.0 ainda deixa dúvidas se ela é realmente tudo o que promete ou é um jogo de marketing.

Afinal, quem pode e quem não pode escrever na Internet? Como confiar? O que importa na Web 2.0 é que você possa tirar o máximo de proveito de softwares e sites, mas ainda receio que o bom cheiro de livro de biblioteca irá permanecer por algum tempo na preferência de muitos pesquisadores, apesar de isso estar mudando.

>> Leia mais nos links relacionados.

Publicado por: Eduardo | 16 Setembro, 2008

Piuí (versão final)

Vagões novos

A Estação João Felipe, no Centro de Fortaleza, está em bom estado à primeira vista. O tom salmão das paredes diminui o charme retrô da “belle époque” e tira um pouco da nostalgia dos assentos de madeira escura e encostos altos. Pode-se dizer que temos uma boa estação e que cumpre o necessário: servir de salão condutor para os que chegam e para os que partem.

Passada a catraca e os muitos pontos de venda de lanches, vejo o quanto nossa estação de trem não é usada. Poucas pessoas esperam a chegada do trem nos abrigos da estação, umas vinte no máximo. O trem irá percorrer os 21km da linha Oeste que liga o Centro (Estação João Felipe) a Caucaia. Vejo outro trem, o da linha Sul, que está muito mal cuidado. Janelas quebradas, portas abertas, ferrugem em todos os vagões. Quando chegam os vagões da linha Oeste me surpreendo, pois são consideravelmente mais bem conservados e mais novos. Deles saem trabalhadores, mães e filhos, enquanto nós, os aliens estudantes de Jornalismo, embarcamos na viagem.

Basicamente, durante toda a viagem de ida, o trem permaneceu calado, à exceção de três ou quatro integrantes do nosso grupo. Entram e saem mudos os passageiros. As paisagens vão mudando e em cada estação o trem pára por cerca de 5 minutos. O sol forte não nos faz sentir tanto calor, devido à boa circulação de vento por uma tubulação com ventilador no teto. Partindo da estação João Felipe, a seqüência se dá: Álvaro Weyne, Padre Andrade, Antonio Bezerra, São Miguel, Parque Albano, Conjunto Ceará, Jurema, Araturi e, finalmente, Caucaia. Saímos às 9h20 e chegamos às 10h em ponto. Em Caucaia, onde quase saímos do trem imaginando que deveríamos tomar outro, demoramos mais 20 minutos dentro do vagão.

O embarque dos passageiros é rápido. Na volta, entre uma troca e outra, senta-se uma mulher de meia idade, mas com ar jovial. Precisava de um álibe para puxar conversa e ele veio. Uma pedra acerta a janela do vagão em que estávamos, na altura da cabeça de uma colega do grupo. Entretanto, nada aconteceu nem ao trem nem à moça. Viro a cabeça e pergunto à jovem senhora ao meu lado: isso sempre acontece aqui? E ela responte timidamente que sim.

Carmelita de Oliveira, 40, diz que anda de trem há 16 anos. A conversa vai fluindo e descubro que o trem foi sempre assim, descuidado. “Tiveram sorte”, disse ela, “de não pegar dos vagões velhos, que estão aí desde o tempo em que começei a pegar trem”. Carmelita já não precisa usar tanto o serviço ferroviário pois, atualmente, está desempregada e só usa quando precisa ir ao Centro da cidade fazer compras. Quando o trem chega de volta à estação João Felipe, perco Carmelita de vista. Novos passageiros aguardam para entrar e dar vida aos velhos vagões.

Publicado por: Eduardo | 26 Agosto, 2008

Metasignificação

Página pessoal, agenda virtual, livro de posts… Não importa qual denominação se dê, o blog ou weblog abriu espaço na Internet para que qualquer usuário pudesse ter o direito de escrever o que quisesse e publicar em uma página só sua. Nessa página todos podem ver suas postagens e interagir com os links criados pelo autor. “Os blogueiros pioneiros trabalharam para se tornar fontes de links para material de qualidade, aprendendo a escrever concisamente, utilizando os elementos que induziam os leitores a visitar outros sites” (Wiki).

Com a evolução dos blogs, surgiu o blogjornalismo onde os jornalistas encontram um meio simples e livre para escreverem, de forma concisa, sobre os assuntos mais interessantes e mais quentes do dia. Os blogjornais têm a característica de serem imediatistas, de trazerem as notícias mais frescas e permitir a livre expressão/opinião do autor. Um dos blogs mais lidos é o do jornalista Ricardo Noblat que analisa de musica à conjuntura política no Brasil e no mundo.

Isto é jornalismo? Como não?! É jornalismo de urgência, sim. E por isso é preciso ter cautela com relação à apuração às vezes imprecisa pela pressa. Os deslises são inevitáveis, assim como no jornalismo impresso. A diferença é que é possível alterar o que foi publicado. No universo dos blogs é preciso ter uma relação de confiança recíproca entre o blogueiro e o leitor.

Publicado por: Eduardo | 21 Agosto, 2008

Paixão nacional por que?

Messi consola Ronaldinho e a vida continua a mesma

Messi consola Ronaldinho e a vida continua a mesma

Por que cargas d’água o Brasil pára para assistir a um espetáculo onde 22 homens correm atrás de uma bola e um outro corre atrás dos 22? Il est art, diriam os franceses. A arte de driblar, uma especialidade brasileira! Ginga e molejo, puxa daqui, passa alí, chuta e … pra fora Ronaldinho! Chora Ronaldinho! Consola Messi!
Zero Brasil, fome zero de bola. Sempre em slow motion. “Messi é mais objetivo. Sempre que pega na bola, é sinal de perigo” diz o G1. Cuidado! Ele pode ajudar a Argentina a ganhar do Brasil. E daí? E aí que a Argentina realmente ganhou do Brasil. Zero a Três para o Brasil. E todos se olham. E a medalha de ouro olímpica mais uma vez escorrega das mãos dos jogadores. E bebem para passar a vergonha e voltam para suas casa. E fim de jogo.

Publicado por: Eduardo | 14 Agosto, 2008

Aluna da Unifor confessa ter assassinado a mãe

A estudante do curso de Jornalismo da Unifor, Lara França da Rocha, 21, confessou o crime que aconteceu no último dia 23, no bairro São João do Tauape. Apesar de ter assumido, Lara não está presa por não ter sido pega em flagrante e aguarda a análise do inquérito na promotoria. 

Iracema Carvalho Lima, 78, mãe adotiva de Lara, teve 85% do corpo carbonizado em um incêndio em seu apartamento por volta das 4h30min da madrugada. As duas moravam sozinhas e haviam se mudado há pouco tempo. No depoimento Lara confessa ter comprado gasolina no dia anterior e escondeu no apartamento. As marcas do incêndio e do arrombamento da grade da janela feito pelos vizinhos que tentaram retirar a senhora ainda são visíveis. Iracema foi levada ao IJF, mas não resistiu.

O delegado José Munguba Neto do 4º D.P., que investiga o caso, diz que há indícios de que Lara  gastou R$ 18 mil no cartão de crédito em flats e restaurantes falsificando a assinatura da mãe. Para cobrir a dívida Iracema vendeu a casa que possuia no Centro e se mudaram para o apartamento onde o crime ocorreu.

 

Aceitação
Segundo o sobrinho de Iracema, o médico Edmar Maciel, afirma que mãe e filha discutiam com freqüência. Os motivos seriam o caso homossexual que Lara tinha e que Iracema não aceitava e o uso indiscriminado do cartão de crédito da aposentada. “Não dá para acreditar nisso. Ela (Lara) foi bem criada por minha tia”, disse o médico. A jovem saía todas as noites e costumava dopava a mãe com medicamentos. Edmar conta que a acusada era filha de uma empregada doméstica. Iracema ficou com a guarda da menina depois que a mãe biológica morreu quando Lara tinha por volta de 8 anos.

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